17 setembro 2010

Loucuras catarinenses ou neonazismo???

O diretor de redação e sócio majoritário da revista Carta Capital, Mino Carta, lamentou a solicitação de informações que recebeu da vice-procuradora-geral eleitoral Sandra Cureau, em ofício encaminhado nesta quinta-feira (16), em que a integrante do Ministério Público cobra, no prazo de cinco dias, "relação das publicidades do governo federal dos anos 2009/2010, os respectivos contratos, bem como os valores recebidos a esse título". “A senhora Cureau entende que nós somos comprados pelo governo federal, via publicidade. Se ela se dedicasse, ou se dedicar, porém, à mesma investigação junto às demais editoras (...) verificará, talvez com alguma surpresa, que todos eles têm publicidade de instituições do governo em quantidade muito maior e com valor maior do que Carta Capital”, disparou. O empresário endossa que o que correto, em sua avaliação, seria que as informações fossem solicitadas ao Governo Federal. Carta indignou-se com o fato de não ter havido investigações à época do governo Fernando Henrique Cardoso, quando não recebia publicidade oficial, em uma insinuada perseguição contra o veículo. Informações do Terra

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