31 outubro 2010

Marina Silva diz que não votará nulo e o central é “manter as conquistas”

Marina Silva deu entrevista para Revista IstoÉ (1ª folha abaixo), afirmou que pretende não votar nulo; que “muita gente no PV vota em Dilma”; e seu voto será consciente e responsável em apontar no sentido de “manter conquistas”. Pra mim fica (já era) claro que Marina Silva vota em Dilma e já desde o fim do 1º turno faz o possível (que não comprometa sua estratégia política) para apoiar a candidatura do PT.

Marina vota em Dilma, mas voto é secreto!
Marina Silva se forjou no Partido dos Trabalhadores, sua história está totalmente ligada a história do PT e de Lula. Internamente sempre articulou-se com setores do PT Lulista. Quando eleito, na montagem dos ministérios, Lula fez questão de que Marina como Ministra do MMA fosse a primeira confirmação pública do Staff que estava sendo formado.

Nessa eleição, pós uma grande votação, Marina teve de olhar novamente para o pequeno e confuso PV, cabia a ela a capacidade de administrar as diferenças internas de forma que o partido não entra-se numa guerra fraticida, bem como nada que atrapalha-se o projeto de futuro dos Marinistas seria bem vindo. A consolidação dos “verdes” liderados por Marina como uma possível 3ª via no Brasil é uma cartada de risco e requer tempo.

Mas quem disse que presidir o Brasil é possível sem risco e tempo?
A tese era dar condições ao PV enquanto “instituição” seguir colhendo os “louros” da grande votação, ainda que na vida concreta a maioria dos votos sejam “marinistas” e não do partido. Nessa complexa conta manter o que é supostamente coletivo (PV e Marina) sem optar por nenhum lado, e ao mesmo tempo liberar militantes para fazerem livremente suas escolhas demonstrou-se a melhor fórmula.

O cálculo articulado por Marina ocorre sem deslizes, os ambientalistas “Marinistas” liderados por Pedro Ivo vão com Dilma, os velhos e poucos verdes são guiados por Gabeira, já o grosso de votos de Marina depende exclusivamente de Dilma e Serra, e como já afirmou Marina, a candidatura Dilma atendeu melhor os pontos programáticos de sua candidatura.

Sem retrocessos, os e as Marinistas votam Dilma, sem muito alarde claro.

Censo 2010

Salvador
Outros municípios
Bahia
Brasil

30 outubro 2010

Vantagem de Dilma em MG beira 20 pontos e desanima tucanos

Apesar do empenho e otimismo de José Serra (PSDB) na última semana de corrida eleitoral, assessores e aliados sabem que uma vitória sobre Dilma Rousseff (PT) é improvável. Por isso não foi reservado nenhum local de comemoração para este domingo, quando eleitores escolherão o substituto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. No primeiro turno, havia certeza de que tucano passaria a etapa e, por isso, a campanha alugou um espaço para eventos na capital paulista.

O diagnóstico mais duro de que a vitória é improvável veio de Minas Gerais, onde Serra tinha esperança de que o senador eleito Aécio Neves (PSDB) ajudasse a promover uma virada. Na quinta-feira, ele e o governador reeleito, Antonio Anastasia, fizeram um relato de como estava a situação no Estado: Dilma se mantém forte no Norte e no Triângulo Mineiro, onde nem Anastasia venceu.

19 pontos de vantagem para Dima em MG
Um integrante do PSDB mineiro que mantém diálogo frequente com Serra contou ao iG que a diferença em pontos percentuais entre Dilma Rousseff (PT) e Serra ficará nos números da contagem nacional. De acordo com as últimas pesquisas, a petista está 14 pontos percentuais na frente.

Mas uma pesquisa encomendada pelo jornal O Tempo mostra que a vitória de Dilma em Minas será maior. A pesquisa DataTempo/CP2 realizada em todo o Estado mostra vantagem da candidata do PT de 19 pontos percentuais em relação ao seu adversário tucano. A petista registra 59,50% dos votos válidos (não são considerados os brancos, nulos e os indecisos) contra 40,50% de Serra.

Na pesquisa espontânea, quando não são apresentados os nomes dos candidatos aos entrevistados, Dilma Rousseff se mantém na liderança. Nessa situação, ela tem 50,80% das intenções de voto contra 34,07% de José Serra.

Desanimados, tucanos dizem: "Minas é isso"
“Minas é isso. Um retrato do Brasil mesmo”, disse o interlocutor tucano ainda enquanto Serra discursava para militantes do PSDB em evento político realizado na quinta-feira em Montes Claros, município localizado no semi-árido na região Norte de Minas. Na cidade, Dilma deverá vencer com facilidade. No primeiro turno, o tucano ficou em terceiro lugar.

Fonte: iG

29 outubro 2010

Serra abaixo e a bolinha de papel

Um pouco de Serra abaixo

Algumas verdades sobre o candidato Serra! Conheça um pouco da sua história e do seu trabalho!

Serra não criou o Seguro Desemprego:
http://bit.ly/afr4Ms

Serra não criou o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT):
http://bit.ly/ddWbNn

Serra não criou os Genéricos:
http://bit.ly/bSefkR

Serra é a favor do Aborto:
http://bit.ly/9jPpBm

Serra foi reprovado como deputado constituinte:
http://bit.ly/dCZw1L

Serra adora privatizar!
http://bit.ly/btXnYa

Serra promete salário de R$ 600,00 mas não sabe como fazer!
http://bit.ly/bsbLLi

Serra e a violência:
http://bit.ly/9VTLxo

Serra e a censura:
http://bit.ly/bhscdB

Serra, FHC e a corrupção
http://bit.ly/8ZBRGi

Serra e os sanguessugas:
http://bit.ly/9V6Nzk

Serra e a corrupção no Metrô
http://migreme.net/tas

24 outubro 2010

Quebra do sigilo de tucanos mostra indícios de que se trata de fogo amigo no PSDB

ISTOÉ Independente
Festival de espionagem
Polícia Federal isenta o PT da quebra do sigilo de tucanos e mostra indícios de que se trata de fogo amigo no PSDB
Mário Simas Filho e Hugo Marques


“Há um esquema de espionagem e dossiês que nasce no
Ministério da Saúde e envolve o ministro José Serra”
Senador José Sarney, em discurso no plenário em 2002.


COMPANHEIRO
O delegado-deputado não reeleito Marcelo Itagiba é apontado
 como parceiro de Serra em operações polêmicas desde 2002

Há quase cinco meses, líderes do PSDB procuram responsabilizar o PT pela quebra ilegal dos sigilos fiscais de Eduardo Jorge Caldas, Luiz Carlos Mendonça de Barros, Verônica Serra e outros tucanos de vistosa plumagem ligados ao presidenciável José Serra. Desde junho, pressionam a Polícia Federal e a Corregedoria da Receita para que as investigações sejam conduzidas na direção de um crime político.

Na última semana, os primeiros resultados das apurações da PF se tornaram públicos e o que se constata é que de fato houve um crime com motivação política, mas praticado no contexto de uma disputa interna do PSDB. Não há nenhum documento ou depoimento colhido durante as investigações que indique a possibilidade de ter ocorrido o uso criminoso do Estado para o favorecimento de alguma candidatura, como acusam os tucanos.

As investigações não permitem afirmar que petistas tenham aliciado funcionários da Receita para a quebra dos sigilos. A principal testemunha é o jornalista Amaury Ribeiro Júnior, que confessou ser o contratante do serviço criminoso. Ele prestou três depoimentos que totalizam 13 horas de inquirição e afirmou que tanto a encomenda feita ao despachante Dirceu Rodrigues Garcia como o recebimento dos documentos sigilosos ocorreram em outubro do ano passado, quando, apesar de estar em férias, trabalhava para o jornal “O Estado de Minas”. O jornalista também explicou as razões que o levaram a bisbilhotar os sigilos fiscais dos tucanos.

“Minha investigação não foi feita para a campanha,
mas poderia proteger o Aécio se fosse necessário”
Amaury Ribeiro Júnior, jornalista que encomendou o crime

Segundo Amaury Ribeiro Júnior, através do delegado e ainda deputado (não foi reeleito) Marcelo Itagiba (PSDB-RJ), desde 2008 o presidenciável José Serra procurava montar um dossiê contra o então governador de Minas, Aécio Neves. Muito ligado a Serra, Itagiba, que comandou o serviço de inteligência da Polícia Federal durante o governo de FHC, teria instalado em Belo Horizonte um grupo composto por três ex-agentes da PF e um da Abin para rastrear as ações de Aécio, públicas e privadas. “Minha investigação não foi feita para a campanha, mas poderia proteger Aécio se fosse necessário”, diz o jornalista. Também tucano e com enormes índices de aprovação, em outubro do ano passado Aécio pleiteava disputar a Presidência da República e representava um obstáculo real no caminho de Serra. O jornalista, que já colecionava algumas informações sobre os bastidores das privatizações ocorridas na gestão de FHC, passou então a investigar as pessoas ligadas a Serra, provavelmente sem o conhecimento de Aécio.

As informações sobre o conteúdo dos sigilos fiscais dos líderes só chegaram ao conhecimento de alguns petistas em abril, levadas pelo próprio jornalista, interessado em fazer parte da pré-campanha de Dilma. O grupo que manteve contato com Ribeiro Júnior, no entanto, não chegou sequer a participar da campanha propriamente dita, pois acabou afastado antes das convenções partidárias. “Integrantes do PT tiveram conhecimento das informações obtidas pelo jornalista, mas não fizeram nenhum uso delas”, afirmou o delegado Alessandro Moretti. Na Polícia Federal, não há mais dúvidas sobre a motivação e também sobre a autoria do crime e o jornalista deverá ser indiciado nos próximos dias. Segundo o delegado Moretti, resta descobrir apenas se foi mesmo o jornal que pagou os R$ 12 mil que o despachante diz ter recebido do jornalista.

INTERMEDIÁRIO
O despachante Dirceu Garcia diz ter recebido R$ 12 mil
para corromper funcionários da Receita

O caso, no entanto, re­mete efetivamente ao uso dos organismos estatais, de forma que atenta contra a democracia e o Estado de Direito. Em 2002, quando também pleiteava disputar a Presidência da República, o ex-ministro da Saúde José Serra enfrentava a oposição de tucanos e de líderes de partidos aliados. Na ocasião, segundo antigos aliados, ele teria escalado o mesmo delegado-deputado Marcelo Itagiba para comandar um “grupo de inteligência” instalado dentro do ministério, particularmente na Central de Medicamentos (Ceme) e na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Esse grupo teria sido responsável por escutas telefônicas irregulares que, depois de repassadas à Polícia Federal, levaram à apreensão de R$ 1,3 milhão em dinheiro vivo na sede da empresa Lunus, de propriedade da então senadora Roseana Sarney, à época no PFL (atual DEM). Roseana era considerada a principal pré-candidata da aliança PSDB-PFL à sucessão de FHC. O episódio inviabilizou a candidatura da senadora maranhense e facilitou o caminho de Serra. “Há um esquema de espionagem e dossiês que nasce no Ministério da Saúde e envolve o ministro José Serra”, disse o senador José Sarney na tribuna do Senado, em 2002.

Além de Roseana, Itagiba também é apontado por agentes da PF como o responsável pela produção de dossiês contra os tucanos Tasso Jereissati e Paulo Renato de Souza, em 2002. Os dois teriam manifestado interesse de disputar a indicação do PSDB à Presidência. No dossiê contra Jereissati, estaria listada uma suposta relação do senador cearense com alguns doleiros e no caso de Paulo Renato, ex-ministro de Educação no governo FHC, os arapongas teriam relacionado supostos favorecimentos do ministério a editoras de livros didáticos que seriam ligadas ao então ministro.

Vítimas do fogo amigo tucano:

O novo logotipo da Globo

Por José Carlos Gomes
Com o novo logotipo da Globo circulando pela internet, provavelmente qualquer coisa que eles inventem terá efeito contrário.

Segredos da “revolução do ódio” no Brasil

Do Blog do Miro
Reproduzindo artigo enviado por Mauro Carrara:

O PSDB, o partido neoliberal de José Chirico Serra e Fernando Henrique Cardoso, montou ainda em outubro de 2009 um eficiente sistema capaz de disparar diariamente mais de 152 milhões de e-mails para brasileiros de todas as regiões.

Esse sistema é preferencialmente utilizado para disseminar peças de calúnia e difamação contra Dilma Rousseff, Luiz Inácio Lula da Silva e qualquer figura pública que ouse tomar partido do projeto da esquerda no Brasil. Funcionando também nas redes sociais, essa é uma das principais frentes da "revolução do ódio" em curso no país.

Até o primeiro turno da eleição presidencial, havia mais de 650 militantes, quase todos bem remunerados, para difundir material venenoso contra o governo federal. Neste segundo turno, essa super tropa de terrorismo virtual, recrutada por Eduardo Graeff, conta com mais de 1.000 militantes.

Esse, no entanto, é apenas um braço do movimento de golpismo midiático financiado por entidades ultra-conservadoras, sobretudo norte-americanas, empenhadas em desestabilizar movimentos de esquerda pelo mundo e assumir o controle das fontes de riqueza nos países emergentes.

O enigma das “revoluções coloridas”
Há 15 anos, a Internet vem sendo utilizada como ferramenta de sabotagem por esses grupos. Dentre eles, destacam-se o poderoso National Endowment for Democracy (NED), a United States Agency for International Development (USAID) e inúmeras entidades parceiras, como a Fundação Soros.

O NED, por exemplo, financia várias organizações-satélite, como o World Movement for Democracy, o International Fórum for Democratic Studies e o Reagan-Fascell Fellowship Program, que atuam direta ou indiretamente em todos os continentes.

Grupos ligados ao NED, por exemplo, tiveram comprovada atuação nos episódios políticos que desestabilizaram a coalizão de centro-esquerda na Itália, em 2007 e 2008. Acabaram derrubando o primeiro-ministro Romano Prodi e, em seguida, reconduziram ao poder o magnata Silvio Berlusconi.

A ação envolveu treinamento de jornalistas, divulgação massiva de boatos na Internet, dirigidos sobretudo aos jovens, e distribuição seletiva de caríssimos “estímulos” a senadores de centro.

Mas, afinal, o que é o NED?
Criada em 1983, por iniciativa do presidente estadunidense Ronald Reagan, trata-se oficialmente de uma entidade privada, mas abastecida de forma majoritária por fundos públicos.

Ainda que seus dirigentes a qualifiquem como um centro de incentivo à democracia, trabalha sempre no apoio a movimentos de direita, com forte ênfase no liberalismo, no individualismo, no privatismo e no pressuposto de que os interesses do mercado devem prevalecer sobre os interesses sociais.

Segundo o conceituado escritor e ativista norte-americano Bill Berkowitz, do movimento Working for Change, o objetivo do NED tem sido “desestabilizar movimentos progressistas pelo mundo, principalmente aqueles de viés socialista ou socialista democrático”.

O NED e suas entidades parceiras figuram na origem das chamadas “revoluções coloridas” que se espalharam pelo mundo nesta década. A primeira operação virtual-midiática de grandes proporções foi a chamada Revolução Bulldozer, em 2000, no que ainda restava da Iugoslávia.

O nome do movimento se deve ao ato violento de um certo “Joe” (na verdade, Ljubisav Dokic) que atacou uma emissora de rádio e TV com uma escavadeira. Logo, foi transformado num emblema da sedição.

Na época, especialistas em mobilização de entidades financiadas pelo NED concederam apoio técnico e treinamento intensivo aos membros do Otpor, grupo estudantil se tornaria fundamental na campanha de desestabilização do governo central.

Talvez o melhor exemplo desse trabalho de corrosão política tenha ocorrido em 2003, na Geórgia, na chamada Revolução das Rosas, que culminou com a derrubada do presidente Eduard Shevardnadze.

Novamente, havia uma organização juvenil envolvida na disseminação de boatos, denúncias e incitações, a Kmara (Basta!), além de várias ONGs multinacionais como o Liberty Institute.

A Revolução das Rosas não teria ocorrido sem o apoio das associações ligadas ao bilionário húngaro-americano George Soros. A Foundation for the Defense of Democracies, instituto neoconservador com sede em Washington D.C., revelou que Soros investiu cerca de US$ 42 milhões nas operações para derrubar Shevardnadze.

O roteiro se repetiu em vários outros movimentos, como a Revolução Laranja, na Ucrânia, em 2004, e a Revolução das Tulipas, no Quirguistão, no ano seguinte.

Levantes dessa natureza ainda têm sido estimulados por esses grupos e seus agentes, que visitam os países-alvo em épocas de crise ou durante processos eleitorais.

Observadores internacionais estimam, por exemplo, que NED e USAID investiram US$ 50 milhões anuais no suporte às entidades que desestabilizaram e derrubaram o governo de Manuel Zelaya, em Honduras.

Nem sempre, porém, as “revoluções“ patrocinadas por essas entidades são coroadas de pleno êxito. É o caso da chamada “Revolução Twitter”, ocorrida na Moldávia, em 2009, e das frequentes operações de terrorismo midiático e virtual desenvolvidas pela oposição venezuelana.

Em todos esses episódios, há um procedimento estratégico que vem sendo seguido pelos grupos de sabotagem. Podemos sintetizá-lo em dez mandamentos operativos:

1. Difunda o ódio. Ele é mais rápido que o amor.

2. Comece pela juventude. Ela está multiconectada e pode ser mais facilmente mobilizada para destruir do que para construir.

3. Perceba que destruir é “divertido”, ao passo que “construir” pode ser cansativo e chato.

4. A veracidade do conteúdo é menos relevante do que o potencial impacto de uma mensagem construída a partir da aparência ou do senso comum.

5. Trabalhe em sintonia com a mídia tradicional, mas simule distanciamento dos partidos tradicionais.

6. Utilize âncoras “morais” para as campanhas. Criminalize diariamente o adversário. Faça-o com vigor e intensidade, de forma a reduzir as chances de defesa.

7. Gere vítimas do oponente. Questões como carga tributária, tráfico de drogas e violência urbana servem para mobilizar e indignar a classe média.

8. Eleja sempre um vilão-referência em cada atividade. Cole nele todos os vícios e defeitos morais possíveis.

9. Utilize referências sensoriais para a campanha. Escolha uma cor ou um objeto que sirva de convergência sígnica para a operação.

10. Trabalhe ativamente para incompatibilizar o político-alvo com os grupos religiosos locais.

Várias dessas agências internacionais de desestabilização enviaram emissários ao Brasil, especialmente a partir do ano passado.

A ação-teste no Brasil foi desencadeada por meio do movimento “Fora Sarney”, organizado pelo movimento denominado “Rir para Não Chorar”, ou simplesmente RPNC.

Os "indignados moralistas" de direita escolheram o político maranhense como alvo, mesmo depois de tolerá-lo durante 45 anos em instâncias decisórias do país.

O líder da vez era um certo Sérgio Morisson, que se dizia consultor de ONGs e “fashionista”. Na época, vivia na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), atuando no Comitê de Jovens Executivos.

Na verdade, Sarney serviu apenas como um pretexto de ensaio golpista. O objetivo do grupo era canalizar o ódio da jovem classe média contra o governo Lula.

Distribuíram 50 mil narizes de palhaço, seguindo disciplinadamente a cartilha de simbologia dos movimentos patrocinados pelo NED.

Na verdade, muitos dos “palhacentos” já tinham atuado em outro levante do tipo, o famigerado “Cansei”, que dois anos antes tentara se aproveitar do acidente com o avião da TAM para fomentar uma revolta popular contra o governo federal.

Na presente eleição presidencial brasileira, todo o receituário estratégico e simbólico das revoluções coloridas foi empregado no fortalecimento da candidatura da ex-petista Marina Silva.

A chamada “onda verde”, que impediu a vitória de Dilma Rousseff no primeiro turno, foi vigorosamente apoiada por expressivos setores da direita brasileira, inclusive com suporte mal disfarçado de parte da militância oficial do PSDB.

A direita estrangeira e o golpe em curso no Brasil
A principal entidade articuladora da “revolução do ódio” no Brasil é o Instituto Millenium (IM), que dispensa apresentações ao leitor da blogosfera.

O IM tem uma fixação especial por Ayn Rand, uma escritora, roteirista e pseudo-filósofa russa que viveu a maior parte da vida nos Estados Unidos.

Rand defendia fanaticamente o uso de uma suposta razão objetiva, o individualismo, o egoísmo e o capitalismo. Segundo a base de sua “filosofia”, o homem deve viver por amor a si próprio, sem se sacrificar pelos demais e sem deles esperar qualquer solidariedade.

Para os seguidores de Rand, o espírito altruísta cooperativo é visto como fraqueza e como destruidor da energia humana empreendedora.

Rezam pela cartilha de Rand, por exemplo, o articulista de Veja Reinaldo Azevedo e o economista Rodrigo Constantino, membro do Conselho de Fundadores e Curadores do IM, autor de livros barra-pesada como “Estrela Cadente: As Contradições e Trapalhadas do PT” e “Egoísmo Racional – o Individualismo de Ayn Rand”.

O conselho editorial do instituto é liderado por Eurípedes Alcântara, diretor da revista Veja, tão conhecido pela barriguda matéria do Boimate (o anúncio da fusão genética do boi com o tomate) quanto por sua devoção fanática pelos Estados Unidos e pelo neoliberalismo radical.

Participante ativo de programas de entidades financiadas pelo NED, Alcântara frequenta simpósios e atividades de treinamento destinadas a impor na América Latina o pensamento da direita corporativa norte-americana.

A Internet ainda exibe uma conversa tão estranha quando reveladora entre o executivo da Editora Abril e Donald “Tamiflu” Rumsfeld, ex-secretário do Departamento de Defesa dos EUA. Segue aqui uma fala entusiasmada do entrevistador.

QUESTION (Alcântara): Yeah, that would be my pleasure. I have been watching close your role in the United States and I must say that I admire you. You are so firm since the beginning. When they said they were going there for the oil and then they said you were going there for your own interests, and then, well, we see democracy spreading throughout the Arab world. This is not a small thing, right?

As relações entre o Millenium e entidades estrangeiras seguem diversas rotas de financiamentos e apadrinhamentos, mas um pouco dessa complexa malha de articulações pode ser visualizada aqui: http://obicho.wordpress.com/2010/03/08/o-anti-foro-de-sao-paulo-e-o-instituto-millenium-afinidades-electivas/

Hoje, os apoiadores estrangeiros do Instituto Millenium e dos partidos da direita brasileira têm um olho ansioso na eleição e outro faminto na compensação exigida. O principal balconista desse negócio é o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que recentemente, em Foz do Iguaçu (PR), tentou acalmar sua inquieta freguesia.

Caso José Serra vença o pleito em 31 de Outubro, o pagamento prometido está garantido: a entrega do Banco do Brasil, da Petrobrás e de Itaipu aos patrocinadores da “revolução do ódio”. Mais estarrecedor que esse acordo é o silêncio até agora das forças progressistas.

O que falta para se revelar esse segredo ao povo brasileiro?

Como seria a capa da Veja em maio de 1888

A Veja está se superando. Há pouco Dilma Rousseff rebateu as acusações da revista feitas pela revista, em sua mais recente edição, de que ela, Dilma, teria encaminhado pedidos à Secretaria Nacional de Justiça, ligada ao Ministério da Justiça, para a elaboração de supostos dossiês. Veja alega ter acessado gravações de conversas que comprovam a denúncia. Dilma desmentiu a revista e cobrou provas dessa afirmação. Essa situação me lembra uma capa revelada pelo blog Brasília-Maranhão, mostrando como teria sido a capa de Veja às vésperas da abolição da escravidão:

O humor implacável de Aroeira

O cartunista Aroeira não perdoa. A combinação entre o seu traço e a sua dose pessoal de humor e senso crítico está fazendo sucesso nas eleições 2010. O artista tem postado charges regularmente no Facebook.

Com a licença dele, republicamos aqui uma ilustração de um fato que tomou conta do debate eleitoral desta semana: a bolinha de papel que atingiu o candidato tucano. Veja onde a bolinha foi parar!

21 outubro 2010

Manifesto Marineiros com Dilma para um #Brasil13 sustentável

Ambientalistas, integrantes do Partido Verde e apoiadores de Marina Silva participaram de um ato com nossa candidata, em Brasília, nesta quarta-feira (20) onde entregaram o “Manifesto Marineiros com Dilma”.

No documento eles apontam que " a resposta oferecida por Dilma ao documento enviado por Marina às duas candidaturas que disputam o segundo turno foi a que mais se aproximou das nossas propostas, o que nutre expectativas de que Dilma poderá incorporar em seu governo vários dos compromissos da agenda socioambiental que defendemos". Por isso estão com Dilma no dia 31 de outubro.

18 outubro 2010

Mensalão do DEM chega ao coordenador de campanha de Serra

Carta Capital aponta que presidente do PSDB é o principal citado em vídeo apreendido pela PF durante a Caixa de Pandora; Revista sustenta que caso foi abafado pela campanha tucana

Sérgio Guerra (esquerda) e Agripino Maia são os principais citados pela funcionária que coordenava os trabalhos do mentor do esquema (Foto: José Cruz. Agência Brasil)

São Paulo – As investigações que revelaram o esquema conhecido como Mensalão do DEM continuam a pleno vapor e chegaram ao presidente do PSDB, Sérgio Guerra, também coordenador da campanha de José Serra à Presidência da República.

A análise de um dos CDs apreendidos pela Polícia Federal durante a Operação Caixa de Pandora coloca em cena os nomes de Guerra e do senador Agripino Maia, do DEM do Rio Grande do Norte. Os dois e o ex-governador do Distrito Federal, Joaquim Roriz, eram os políticos que mais recebiam ligações de uma funcionária da empresa de coleta de lixo que comandava a arrecadação e a distribuição ilegal de recursos. Essa funcionária, identificada como Dominga, era quem coordenava os trabalhos de Eduardo Badra, ex-diretor da Qualix e mentor do crime. De acordo com reportagem da Carta Capital desta semana, o dinheiro de propina era acomodado em caixas de papelão com montantes de 50 mil reais.

O repórter Leandro Fortes aponta que os investigadores da Polícia Federal estão de olho, principalmente, nos contratos de lixo do Distrito Federal. A partir do governo Roriz, a coleta de dejetos passou a ser terceirizada, tendo a Qualix como principal vencedora de concorrências ou mesmo como beneficiada por convênios feitos sem licitação. A partir de 2006, no governo tucano de Maria Abadia, outras empresas passaram a receber os bilionários contratos, sempre suspeitos. Os esquemas continuaram durante o governo de José Roberto Arruda (DEM), cotado para ser o vice de Serra até acabar preso pela PF.

O senador Sérgio Guerra, procurado pela revista, apontou ser amigo de Badra há 30 anos, mas afirmou que é falso o vídeo apreendido pela polícia. Já Agripino Maia pontuou que foi procurado por outros jornalistas, mas assegurou que todos se desinteressaram pela história após ouvirem a versão apresentada por ele. Para Carta Capital, a história é outra: nada foi publicado por pressão da campanha de Serra sobre as redações.

16 outubro 2010

Serra e missa não combinam

Missa com a presença de Serra acaba em tumulto no Ceará, provoca tumulto e instiga a discórdia

Terminou em tumulto uma missa hoje (16) na Basílica de São Francisco das Chagas, que fez parte da agenda de compromissos do candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra.

No final de celebração, o padre disse que eram mentirosos os panfletos que circulavam na igreja afirmando que a candidata petista, Dilma Rousseff, era a favor do aborto e tinha envolvimento com grupos terroristas como as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc).

O padre disse que aquelas mensagens estavam sendo atribuídas à igreja, mas que ela não havia autorizavdo esse tipo de publicação em seu nome.

O senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), que acompanhou a missa ao lado de José Serra, se exaltou e afirmou que era um “padre petista” como aquele que estava “causando problemas à igreja”.

Alguns partidários do tucano também se exaltaram e o padre saiu escoltado por seguranças. Nenhum membro da administração da paróquia confirmou o nome de padre. Disseram apenas que ele não era da cidade.

Militantes do PT, com bandeiras como nome de Dilma, estavam na porta da basílica na saída da missa. Houve um princípio de briga entre eles e os militantes do PSDB.

O panfleto não assinado que circulou na igreja falava em três “grandes motivos para não votar em Dilma”. O texto acusa a candidata de ter se envolvido com as Farc, de ser favorável ao aborto e de envolvimento em casos de corrupção na Casa Civil.

Durante a missa, a chegada de Serra e seus apoiadores causou um tumulto. O padre pediu que os políticos não atrapalhassem o objetivo principal da cerimônia que era a adoração a São Francisco. No momento da comunhão, muitos fiéis se aglomeraram em volta do candidato para tirarem fotos, além de equipes da imprensa.

Fonte: Agência Brasil

Eu não o conheço... Ahh, conheço sim. Ou não ????


 

Evangélicos e católicos votam em Dilma presidente

Um grupo de cerca de 200 cristãos evangélicos e católicos fizeram uma carta de manifesto em favor da candidatura de Dilma Rousseff (13) à Presidência da República. No texto, eles criticam os ataques “mentirosos” feitos pela oposição contra a candidata, dizendo que ela é favorável ao aborto, ao casamento gay e a outras medidas tidas como “contrárias à moral”.

Leia o manifesto:

“Se nos calarmos, até as pedras gritarão!”

Manifesto de Cristãos e cristãs evangélicos/as e católicos/as em favor da vida e da Vida em Abundância!

Somos homens e mulheres, ministros, ministras, agentes de pastoral, teólogos/as, padres, pastores e pastoras, intelectuais e militantes sociais, membros de diferentes Igrejas cristãs, movidos/as pela fidelidade à verdade, vimos a público declarar:

1. Nestes dias, circulam pela internet, pela imprensa e dentro de algumas de nossas igrejas, manifestações de líderes cristãos que, em nome da fé, pedem ao povo que não vote em Dilma Rousseff sob o pretexto de que ela seria favorável ao aborto, ao casamento gay e a outras medidas tidas como “contrárias à moral”.

A própria candidata negou a veracidade destas afirmações e, ao contrário, se reuniu com lideranças das Igrejas em um diálogo positivo e aberto. Apesar disso, estes boatos e mentiras continuam sendo espalhados. Diante destas posturas autoritárias e mentirosas, disfarçadas sob o uso da boa moral e da fé, nos sentimos obrigados a atualizar a palavra de Jesus, afirmando, agora, diante de todo o Brasil: “se nos calarmos, até as pedras gritarão!” (Lc 19, 40).

2. Não aceitamos que se use da fé para condenar alguma candidatura. Por isso, fazemos esta declaração como cristãos, ligando nossa fé à vida concreta, a partir de uma análise social e política da realidade e não apenas por motivos religiosos ou doutrinais. Em nome do nosso compromisso com o povo brasileiro, declaramos publicamente o nosso voto em Dilma Rousseff e as razões que nos levam a tomar esta atitude:

3. Consideramos que, para o projeto de um Brasil justo e igualitário, a eleição de Dilma para presidente da República representará um passo maior do que a eventualidade de uma vitória do Serra, que, segundo nossa análise, nos levaria a recuar em várias conquistas populares e efetivos ganhos sócio-culturais e econômicos que se destacam na melhoria de vida da população brasileira.

4. Consideramos que o direito à Vida seja a mais profunda e bela das manifestações das pessoas que acreditam em Deus, pois somos à sua Imagem e Semelhança. Portanto, defender a vida é oferecer condições de saúde, educação, moradia, terra, trabalho, lazer, cultura e dignidade para todas as pessoas, particularmente as que mais precisam. Por isso, um governo justo oferece sua opção preferencial às pessoas empobrecidas, injustiçadas, perseguidas e caluniadas, conforme a proclamação de Jesus na montanha (Cf. Mt 5, 1- 12).

5. Acreditamos que o projeto divino para este mundo foi anunciado através das palavras e ações de Jesus Cristo. Este projeto não se esgota em nenhum regime de governo e não se reduz apenas a uma melhor organização social e política da sociedade. Entretanto, quando oramos “venha o teu reino”, cremos que ele virá, não apenas de forma espiritualista e restrito aos corações, mas, principalmente na transformação das estruturas sociais e políticas deste mundo.

6. Sabemos que as grandes transformações da sociedade se darão principalmente através das conquistas sociais, políticas e ecológicas, feitas pelo povo organizado e não apenas pelo beneplácito de um governante mais aberto/a ou mais sensível ao povo. Temos críticas a alguns aspectos e algumas políticas do governo atual que Dilma promete continuar. Motivo do voto alternativo de muitos companheiros e companheiras Entretanto, por experiência, constatamos: não é a mesma coisa ter no governo uma pessoa que respeite os movimentos populares e dialogue com os segmentos mais pobres da sociedade, ou ter alguém que, diante de uma manifestação popular, mande a polícia reprimir. Neste sentido, tanto no governo federal, como nos estados, as gestões tucanas têm se caracterizado sempre pela arrogância do seu apego às políticas neoliberais e pela insensibilidade para com as grandes questões sociais do povo mais empobrecido.

7. Sabemos de pessoas que se dizem religiosas, e que cometem atrocidades contra crianças, por isso, ter um candidato religioso não é necessariamente parâmetro para se ter um governante justo, por isso, não nos interessa se tal candidato/a é religioso ou não. Como Jesus, cremos que o importante não é tanto dizer “Senhor, Senhor”, mas realizar a vontade de Deus, ou seja, o projeto divino. Esperamos que Dilma continue a feliz política externa do presidente Lula, principalmente no projeto da nossa fundamental integração com os países irmãos da América Latina e na solidariedade aos países africanos, com os quais o Brasil tem uma grande dívida moral e uma longa história em comum. A integração com os movimentos populares emergentes em vários países do continente nos levará a caminharmos para novos e decisivos passos de justiça, igualdade social e cuidado com a natureza, em todas as suas dimensões. Entendemos que um país com sustentabilidade e desenvolvimento humano – como Marina Silva defende – só pode ser construído resgatando já a enorme dívida social com o seu povo mais empobrecido. No momento atual, Dilma Rousseff representa este projeto que, mesmo com obstáculos, foi iniciado nos oito anos de mandato do presidente Lula. É isto que está em jogo neste segundo turno das eleições de 2010.

Com esta esperança e a decisão de lutarmos por isso, nos subscrevemos:

Dom Thomas Balduino, bispo emérito de Goiás velho, e presidente honorário da CPT nacional.

Dom Pedro Casaldáliga, bispo emérito da Prelazia de São Feliz do Araguaia-MT.

Dom Demetrio Valentini, bispo de Jales-SP e presidente da Cáritas nacional.

Dom Luiz Eccel - Bispo de Caçador-SC

Dom Antonio Possamai, bispo emérito da Rondônia.

Dom Sebastião Lima Duarte, bispo de Viana- Maranhão.

Dom Xavier Gilles, bispo emérito de Vina- Maranhão.

Padre Paulo Gabriel, agente de pastoral da Prelazia de São Feliz do Araguaia /MT

Jether Ramalho, Rio de Janeiro.

Marcelo Barros, monge beneditino, teólogo

Professor Candido Mendes, cientista político e reitor

Luiz Alberto Gómez de Souza, cientista político, professor

Zé Vicente - Cantador popular. Ceará

Chico César - Cantador popular. Paraíba/São Paulo

Revdo Roberto Zwetch - Igreja IELCB e professor de teologia em São Leopoldo.

Pastora Nancy Cardoso, metodista, Vassouras / RJ

Antonio Marcos Santos, Igreja Evangélica Assembléia de Deus - Juazeiro - Bahia

Maria Victoria Benevides, professora da USP

Monge Joshin, Comunidade Zen Budista do Brasil, São Paulo

Antonio Cecchin, irmão marista, Porto Alegre.

Ivone Gebara, religiosa católica, teóloga e assessora de movimentos populares.

Fr. Luiz Carlos Susin – Secretário Geral do Fórum Mundial de Teologia e Libertação

Frei Betto, escritor, dominicano.

Luiza E. Tomita – Sec. Executiva EATWOT(Ecumenical Association of Third World Theologians)

Ir. Irio Luiz Conti, MSF. Presidente da Fian Internacional

Pe. João Pedro Baresi, pres. da Comissão Justiça e Paz da CRB (Conferência dos religiosos do Brasil) SP

Frei José Fernandes Alves, OP. – Coord. da Comissão Dominicana de Justiça e Paz

Pe. Oscar Beozzo, diocese de Lins.

Pe. Inácio Neutzling – jesuíta, diretor do Instituto Humanitas Unisinos

Pe. Ivo Pedro Oro, diocese de Chapecó / SC

Pe. Igor Damo, diocese de Chapecó-SC.

Irmã Pompeia Bernasconi, cônegas de Santo Agostinho

Cibele Maria Lima Rodrigues, Pesquisadora.

Pe. John Caruana, Rondônia.

Pe. Julio Gotardo, São Paulo.

Toninho Kalunga, São Paulo,

Washingtonn Luiz Viana da Cruz, Campo Largo, PR e membro do EPJ (Evangélicos Pela Justiça)

Ricardo Matense, Igreja Assembléia de Deus, Mata de São João/Bahia

Silvania Costa

Mercedez Lopes,

André Marmilicz

Raimundo Cesar Barreto Jr, Pastor Batista, Doutor em ética social

Pe. Arnildo Fritzen, Carazinho. RS.

Darciolei Volpato, RS

Frei Ildo Perondi - Londrina PR

Ir. Inês Weber, irmãs de Notre Dame.

Pe. Domingos Luiz Costa Curta, Coord. Dioc de Pastoral da Diocese de Chapecó/SC.

Pe. Luis Sartorel,

Itacir Gasparin

Célio Piovesan, Canoas-RS

Toninho Evangelista - Hortolândia/SP

Geter Borges de Sousa, Evangélicos Pela Justiça (EPJ), Brasília.

Caio César Sousa Marçal - Missionário da Igreja de Cristo - Frecheirinha/CE

Rodinei Balbinot, Rede Santa Paulina

Pe. Cleto João Stulp, diocese de Chapecó.

Odja Barros Santos - Pastora batista

Ricardo Aléssio, cristão de tradição presbiteriana, professor universitário.

Maria Luíza Aléssio, professora universitária, ex-secretária de educação do Recife

Rosa Maria Gomes

Roberto Cartaxo Machado Rios

Rute Maria Monteiro Machado Rios

Antonio Souto, Caucaia, CE

Olidio Mangolim – PR

Joselita Alves Sampaio – PR

Kleber Jorge e silva, teologia – Passo Fundo - RS

Terezinha Albuquerque

PR. Marco Aurélio Alves Vicente - EPJ - Evangélicos pela Justiça, pastor - auxiliar da Igreja Catedral da Família/Goiânia-GO

Padre Ferraro, Campinas.

Ir, Carmem Vedovatto

Ir. Letícia Pontini, discípulas, Manaus.

Padre Manoel, PR

Magali Nascimento Cunha, metodista

Stela Maris da Silva

Ir. Neusa Luiz, Abelardo Luz- SC

Lucia Ribeiro, socióloga

Marcelo Timotheo da Costa, historiador

Maria Helena Silva Timotheo da Costa

Ianete Sampaio

Ney Paiva Chavez - Professora educação visual, Rio de janeiro

Antonio Carlos Fester

Ana Lucia Alves, Brasília

Ivo Forotti, Cebs – Canoas - RS

Agnaldo da Silva Vieira - Pastor Batista. Igreja Batista da Esperança - Rio de Janeiro

Irmã Claudia Paixão, Rio de Janeiro

Marlene Ossami de Moura - antropóloga / Goiânia.

Ir. Maria Celina Correia Leite, Recife

Pedro Henriques de Moraes Melo - UFC/ACEG

Fernanda Seibel, Caxias do Sul.

Benedito Cunha, pesquisador popular, membro do Centro Mandacaru - Fortaleza

Pe. Lino Allegri - Pastoral do Povo da Rua de Fortaleza, CE.

Juciano de Sousa Lacerda, Prof. Doutor de Comunicação Social da UFRN

Pasqualino Toscan - Guaraciaba SC

Francisco das Chagas de Morais, Natal - RN.

Elida Araújo

Maria do Socorro Furtado Veloso - Natal, RN

Maria Letícia Ligneul Cotrim - educadora

Maria das Graças Pinto Coelho - professora universitária/UFRN

Ismael de Souza Maciel - Membro do CEBI - Centro de Estudos Bíblicos, Recife

Xavier Uytdenbroek - prof. aposentado da UFPE e membro da coordenação pastoral da UNICAP

100. Maria Mércia do Egito Souza agente da Pastoral da Saúde Arquidiocese de Olinda e Recife

Leonardo Fernando de Barros Autran Gonçalves Advogado e Analista do INSS

Karla Juliana Souza Uytdenbroek - Bacharel em Direito

Targelia de Souza Albuquerque

Maria Lúcia F de Barbosa, Professora UFPE

Débora Costa-Maciel - Profª. UPE

Maria Theresia Seewer

Ida Vicenzia Dias Maciel

Marcelo Tibaes

Sergio Bernardoni, diretor da CARAVIDEO - Goiânia - Goiás

Claudio de Oliveira Ribeiro. Sou pastor da Igreja Metodista em Santo André, SP.

Pe. Paulo Sérgio Vaillant - Presbítero da Arquidiocese de Vitória – ES

Roberto Fernandes de Souza. RG 08539697-6 IFP RJ - Secretario do CEBI RJ

Sílvia Pompéia.

Pe. Maro Passerini - Coordenador Past. Carcerária - CE

Dora Seibel – Pedagoga, Caxias do Sul.

Mosara Barbosa de Melo

Maria de Fátima Pimentel Lins

Prof. Renato Thiel, UCB-DF

Alexandre Brasil Fonseca - Sociólogo, prof. da UFRJ, Ig. Presbiteriana e coordenador da Rede FALE)

Daniela Sanches Frozi, (Nutricionista, profa. da UERJ, Ig. Presbiteriana, conselheira do CONSEA Nacional e vice-presidente da ABUB)

Marcelo Ayres Camurça – Professor do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Religião – Universidade Federal de Juiz de Fora

Revd. Cônego Francisco de Assis da Silva - Secretário Geral da IEAB e membro da Coordenação do Fórum Ecumênico Brasil

Irene Maria G.F. da Silva Telles

Manfredo Araújo de Oliveira

Agnaldo da Silva Vieira - Pedagogo e Pastor Auxiliar da Igreja Batista da Esperança-Centro do Rio de Janeiro

Pr. Marcos Dornel - Pastor Evangélico - Igreja Batista Nova Curuçá - SP

Adriano Carvalho.

Pe. Sérgio Campos, Fundação Redentorista de Comunicações Sociais – Paranaguá/PR.

Eduardo Dutra Machado, pastor presbiteriano

Maria Gabriela Curubeto Godoy - médica psiquiatra - RS

Genoveva Prima de Freitas- Professora – Goiânia

M. Candida R. Diaz Bordenave

Ismael de Souza Maciel membro do CEBI - Centro de Estudos Bíbicos Recife

Xavier Uytdenbroek prof. aposentado da UFPE e membro da coordenação pastoral da UNICAP

Maria Mércia do Egito Souza agente da Pastoral da Saúde Arquidiocese de Olinda e Recife

Leonardo Fernando de Barros Autran Gonçalves Advogado e Analista do INSS

Karla Juliana Souza Uytdenbroek Bacharel em Direito

Targelia de Souza Albuquerque

Maria Lúcia F de Barbosa (Professora - UFPE)

Paulo Teixeira, parlamentar, São Paulo.

Alessandro Molon, parlamentar, Rio de janeiro.

Adjair Alves - Professor - UPE

Luziano Pereira Mendes de Lima - UNEAL

Cláudia Maria Afonso de Castro-psicóloga- trabalhadora da Saúde-SMS Suzano-SP

Fátima Tavares, Coordenadora do Programa de Pos-Graduação em Antropologia FFCH/UFBA

Carlos Caroso, Professor Associado do Departamento de Antropologia e Etrnologia da UFBA.

Isabel Tooda

Joanildo Burity - Anglicano, cientista político, pesquisador da Fundação Joaquim Nabuco,

Prof. Dr. Paulo Fernando Carneiro de Andrade, Doutor em Teologia pela Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma, Professor de Teologia PUC- Rio

Aristóteles Rodrigues - Psicólogo, Mestre em Ciência da Religião

Zwinglio Mota Dias - Professor Associado III – Universidade Federal de Juiz de Fora

Antonio Francisco Braga dos Santos- IFCE

Paulo Couto Teixeira, Mestrando em Teologia na EST/IECLB

Rev. Luis Omar Dominguez Espinoza

Anivaldo Padilha - Metodista, KOINONIA, líder ecumênico

Nercina Gonçalves

Hélio Rios, pastor presbiteriano

João José Silva Bordalo Coelho, Professor- RJ

Lucilia Ramalho. Rio de Janeiro.

Maria Tereza Sartorio, educadora, ES

Maria Jose Sartorio, saúde, ES

Nilda Lucia Sartorio, Secretaria de Ação Social, Espírito santo

Ângela Maria Fernandes - Curitiba Paraná

Lúcia Adélia Fernandes

Jeanne Nascimento - Advogada em São Paulo/SP

Frei José Alamiro, franciscano, São Paulo, SP

Ruth Alexandre de Paulo Mantoan

José Luiz de Lima

Dirce Ferreira da Silva- Pedagoga - Cajamar/ SP

Fonte: http://www.falapovo.com/

Vídeo sensacional: Ciro mostra como Serra vendeu São Paulo

O site Conversa Afiada publicou vídeo sensacional de Ciro Gomes, no qual explica a participação de José Serra nos oito anos de Governo FHC e como ele vendeu São Paulo.



ASSISTA AQUI

Cristãos se mobilizam contra satanismo da campanha tucana

Serra é criticado por padre durante missa em Canindé e Tasso toma as dores


Por: Érico Firmo

Muita confusão durante a missa que José Serra (PSDB) acompanhou há pouco em Canindé, no Sertão Central do Ceará.

O repórter Ítalo Coriolano informa que, durante a missa, o padre mostrou panfleto com ataques da campanha de Serra a Dilma Rousseff (PT) e criticou a postura. Instaurou-se, então, uma enorme confusão.

Tasso Jereissati (PSDB) foi tomar satisfações com o padre, a quem chamou de petista.

PT pede ao TSE apreensão de material ilegal contra Dilma

O Partido dos Trabalhadores (PT) entrou nesta tarde com representação no Tribunal Superior Eleitoral em Brasília para tentar impedir a distribuição de material contra a candidata Dilma Rousseff.


A representação, segundo o advogado Pierpaolo Cruz Bottini, do escritório Bottini & Tamasauskas Advogados, pede a busca e apreensão do material produzido pela Editora e Gráfica Pana, instalada no bairro do Cambuci, em São Paulo. Segundo o advogado, caso o juiz acate o pedido, os panfletos serão apreendidos pela Polícia Militar, para posterior avaliação acerca de sua legalidade. Para evitar a distribuição do material, militantes do PT prometem fazer campana em frente à gráfica. Não há, entretanto, nenhuma decisão judicial que impeça o transporte dos panfletos.

O escritório de advocacia que assessora o PT na campanha política também apresentou queixa formal no 5o. Distrito Policial da capital paulista. Segundo o delegado de plantão, Alfredo Jang, o boletim de ocorrência lavrado na tarde deste sábado a pedido da advogada Ana Fernanda Ayres, também do Bottini & Tamasauskas Advogados, tinha como finalidade apenas o registro da denúncia. Segundo a advogada, o documento propõe a averiguação de crime eleitoral e propaganda eleitoral.

A advogada argumentou que o panfleto não possui o CNPJ do autor, o que caracterizaria crime eleitoral, passível de apreensão do material. Paulo Ogawa, pai de Alexandre Takeshi Ogawa, proprietário da gráfica, estava presente no local no Sábado à tarde e disse que não havia qualquer sinalização de que o conteúdo tivesse cunho eleitoral, por isso não haveria irregularidade em sua impressão.

Segundo Ogawa, a gráfica produziu cerca de 2,1 milhões de panfletos, dos quais 1 milhão de unidades ainda estão no local - os 1,1 milhão restantes foram distribuídos antes do 1º turno da eleição presidencial. A encomenda da impressão foi feita por uma pessoa chamada Kelmon Luis, a pedido do bispo da Diocese de Guarulhos (SP), Dom Luiz Gonzaga Bergonzini. Ogawa informou que, em um primeiro momento, a gráfica fora consultada a respeito da possibilidade de impressão de 20 milhões de unidades do material.

O panfleto, que reproduz suposta nota da Comissão Episcopal Representativa do Conselho Episcopal Regional Sul 1 - CNBB, tem assinatura de representantes da Regional Sul I, entre eles o presidente regional, o bispo Nelson Westrupp. Ao longo do texto, há uma série de considerações sobre medidas tomadas pelo atual governo e a recomendação para que os brasileiros "deem seu voto somente a candidatos ou candidatas e partidos contrários à descriminalização do aborto".

A principal característica do profeta velho é o engano

Em I Reis 13, encontramos um homem de Deus sendo enganado por aquele que deveria orientá-lo, falar a verdade e guiá-lo no caminho certo.

Temos visto nos últimos dias uma verdadeira demonstração de que o espírito do profeta velho continua atuando e tentando levar as pessoas ao engano.

Veja o que aconteceu com o pastor Silas Malafaia, que iniciou a campanha política apoiando a candidata Marina Silva e depois, usando o argumento frágil de que o partido dela, o PV, apoiava o aborto, mudou de lado e, para justificar que não apoiaria a candidata Dilma, acusou o PT de ser a favor do aborto e apoiar o casamento de homossexuais. Pronto, o caminho estava aberto para, sabe-se lá com que interesse, apoiar o candidato Serra.

Como não há nada escondido que não seja revelado, veio a declaração do próprio Serra, em vários meios de comunicação, de que é favorável ao casamento de homossexuais. E não para por aí não. Explodiu como uma bomba a denúncia de algumas ex-alunas da esposa do candidato, Monica Serra, que ficaram indignadas com a hipocrisia do casal de que, como cristãos, são radicalmente contra o aborto. Inclusive, a Sra. Monica chegou a dizer que se Dilma vencesse, ela iria matar as criancinhas.

Revoltadas, as alunas disseram que em uma aula, muito tempo atrás, a Sra. Monica declarou que havia feito aborto, com o consentimento de seu marido José Serra.

Agora ficam as perguntas: O que fez o pastor Malafaia mudar de lado? Ele vai continuar apoiando o Serra?

Diante desse cenário temos que lembrar o que aconteceu com o homem de Deus (I Reis 13) que seguia o seu caminho e foi levado à morte, enganado pelo profeta velho, porque não guardou a sua fé.

15 outubro 2010

Marilena Chaui: Serra é uma ameaça à democracia

Em entrevista gravada anteontem, em São Paulo, a filósofa Marilena Chaui fala sobre as eleições deste ano e explica por que o projeto dos tucanos é um retrocesso. Segundo ela, o candidato José Serra representa uma ameaça às conquistas sociais e econômicas alcançadas pelo governo Lula. Marilena avalia que os ambientalistas devem estar atentos no segundo turno porque Serra teve votação maior em regiões de desmatamento e do agronegócio.

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02 outubro 2010

Datafolha: Wagner deve se reeleger com 58% dos votos válidos

Na última pesquisa Datafolha reafirma vitória de Wagner com margem maior
O governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), 59, estaria eleito hoje, com 58% dos votos válidos.

Ele oscilou positivamente um ponto em relação à pesquisa anterior, feita no início da semana.

O segundo, o ex-governador Paulo Souto (DEM), 66, manteve os 21% dos votos válidos. Geddel Vieira Lima (PMDB) oscilou negativamente um ponto e ficou com 16% dos válidos.

Bassuma (PV) aparece em quarto lugar, com 3% dos votos válidos, seguido por Marcos Mendes (PSOL) e Professor Carlos (PSTU), com 1% cada um. Sandro Santa Bárbara (PCB) foi citado, mas não alcançou 1%.

Na contagem dos votos válidos, brancos e nulos são descartados. O Tribunal Superior Eleitoral divulga os resultados em relação aos votos válidos.

Segundo o Datafolha, 4% dos entrevistados disseram que vão votar em branco ou anular o voto, e 7% afirmaram que não sabem em quem vão votar para o governo da Bahia.

O Datafolha fez 1.715 entrevistas com eleitores com 16 ou mais em 49 municípios da Bahia.

Esta pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral com o número 44.113/2010, e no Tribunal Superior Eleitoral com o número 33.482/2010.


Para o Senado Lídice e Pinheiro mantêm-se na liderança
Na Bahia, a luta pelo Senado chega ao dia da eleição indefinida, com empate entre os favoritos. Segundo o Datafolha, três pontos percentuais separam os três candidatos na ponta da disputa.


Lídice (PSB) aparece com 25% dos votos válidos no Estado, seguida por Walter Pinheiro (PT), com 23%, e César Borges (PR), com 22%.

A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Foram ouvidos 1.715 eleitores em 49 cidades, ontem e hoje.


O candidato mais próximo do trio é José Ronaldo (DEM), com 9%. Seu companheiro de partido Aleluia tem 8%. Edvaldo Brito (PTB) soma 7% dos votos válidos.

Edson Duarte (PV) surge com 3%. Zilmar e França, candidatos do PSOL, têm 1% cada. Albione (PSTU) não chega a 1% das intenções de votos no Estado.


Na pesquisa, 26% dos eleitores mencionaram corretamente os números de seus candidatos, enquanto 60% não sabiam os números certos. Um fator decisivo para definição em favor de Lídice e Pinheiro.

Dos eleitores de Lídice, 31% sabem o seu número. O índice é de 30% no caso de Pinheiro. No entanto, apenas 18% dos eleitores de Borges citaram corretamente o número do candidato.

Na pesquisa anterior, de 28 de setembro, Lídice e Borges tinham 25% dos votos válidos. Pinheiro surgia logo atrás, com 22%.

A pesquisa está registrada no TRE com o número 44113/2010 e no TSE com o número 33482/2010.

Paulo Rangel 13113

Oriundo do movimento sindical e popular, Paulo Rangel (PT) assumiu o mandato de deputado estadual convicto da necessidade de trabalhar de forma participativa, onde as bases possam de direito construir uma sociedade mais justa e igualitária.

Natural do município de Paulo Afonso, Paulo Rangel foi funcionário da Companhia Hidroelétrica do São Francisco (Chesf) durante 22 anos consecutivos - foi admitido ainda jovem como técnico e chegou a atingir um dos postos mais altos, o de Superintendente, graças ao seu empenho e dedicação.

A área de Agricultura Familiar, o Setor Elétrico, os Serviços Públicos, a Defesa dos Direitos da Mulher e a Revitalização do Rio São Francisco foram definidas como prioritárias em seu mandato (2005-2006).
Filiado ao Partido dos Trabalhadores (PT) há 23 anos, o deputado ocupou cargos na direção do partido em Paulo Afonso e Sobradinho, participou da fundação do PT nas duas cidades e já foi vice-presidente do PT estadual.


Sua trajetória política teve início no movimento estudantil, passando pelo sindical, inclusive atuando como liderança de pulso no Sindicato dos Eletricitários da Bahia – Sinergia, onde foi presidente. Atuou na Central Única dos Trabalhadores como secretário-geral e foi dirigente da Federação Nacional dos Urbanitários - FNU/CUT.

Antes de assumir o mandato na Assembléia Legislativa foi administrador regional da Chesf, em Paulo Afonso, e esteve à frente do Comitê Estadual do Programa Luz para Todos criado pelo Governo Federal. O programa tem como finalidade expandir o acesso à energia elétrica, contribuir para a diminuição da pobreza, o aumento de renda das famílias rurais e combater a exclusão social.

Rangel foi o primeiro Coordenador Geral do Comitê Gestor do Luz para Todos e acompanhou de perto a implantação do programa nas comunidades mais distantes do interior baiano.

Mesmo após deixar a Coordenação Geral para assumir o mandato na Assembléia Legislativa, Rangel continuou monitorando todas as etapas do programa e fazendo as intervenções necessárias com o objetivo de garantir a justa distribuição da energia elétrica para os povoados mais carentes.

01 outubro 2010

Veja quem apoia Emiliano 1331

Se tantas personalidades ilustres, cultas, insuspeitos cidadãos do bem apoiam Emiliano (1331) para deputado federal, boas razões eles têm. São nomes como o do ex-governador Waldir Pires, o professor Jorge Portugal, o ministro dos Direitos Humanos, Paulo Vanucchi, o jornalista Paulo Henrique Amorim, além de reitores de universidades da Bahia, educadores, cantores, compositores, cineastas, sociólogos, artistas renomados, lideranças de bairros, políticos de todo o Brasil e diversas outras personalidades. Veja a relação de alguns nomes

Paulo Henrique Amorim pede voto para Emiliano
Uma multidão tomou conta da Fundação Visconde de Cairu, nos Barris, durante a palestra do jornalista, apresentador da TV Record e autor do blog Conversa Afiada, Paulo Henrique Amorim, que veio (dia 28) a Salvador a convite do candidato a deputado federal Emiliano (1331) para falar sobre "O papel da mídia nas eleições". Mais de 800 pessoas participaram, entre elas o ex-governador da Bahia Waldir Pires, a candidata a senadora Lídice da Mata, o presidente do PT-Bahia, Jonas Paulo, e o diretor da Faculdade de Direito da UFBA, Celso Castro. Na oportunidade, o palestrante pediu voto para Emiliano 1331. Leia mais


Mensagem de Emiliano da reta final da eleição
Estamos chegando à reta final do processo eleitoral. Sinto que a mobilização pessoal será decisiva para nossa vitória nas urnas. Todos podem participar ativamente. Ligue para os amigos, vizinhos e familiares, peça voto pelo e-mail, distribua nossos "santinhos" com a chapa completa. O time de Lula. No dia da eleição, a manifestação pessoal é permitida por lei. Você pode votar com o adesivo da campanha pregado na camisa. Pode circular com adesivos nos carros e até desfraldar as bandeiras. Não se esqueça da "colinha" porque nossa memória costuma nos trair. Vamos comemorar, juntos, a festa da democracia. Para a Bahia, o Brasil seguir mudando. Leia mais

Baixe o santinho com a cola e multiplique o seu voto

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Fasubra vota em Emiliano e Vânia Galvão
Compositor Paulo Costa Lima vota em Emiliano